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O Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (CESAU) do Ministério Público da Bahia realizou na última sexta feira (17) a reunião do Observatório de Maternidades. O encontro conduzido pela promotora de Justiça Mirella Brito, coordenadora do projeto ‘Rede Cegonha: Efetivando a Dignidade.

Na pauta da reunião a apresentação pela secretaria municipal de saúde da Candeias, o diagnóstico da rede de emergências obstétricas do Estado, apresentação do curso de capacitação de gestores pela Escola de Saúde Pública e o relato de experiência pela enfermeira obstetra da FESF-SUS, Graziele Crisóstomo, que atua no município de Itaetê (BA).

A apresentação de Graziele trouxe a importância do Pré-natal como condição fundamental para um parto saudável ao binômio (mãe e bebê).  A enfermeira relatou o trabalho desenvolvido no município, destacando a importância da FESF-SUS como agende unificador da rede de saúde. “Com a FESF veio a cereja do bolo. Eu já estava no município, fiz a seleção para a Fundação e passei a ser contratada pela instituição. Com o apoio da gestão da FESF foi possível estreitar as ações na rede de saúde do município e planejar as ações através dos instrumentos”, destacou.

O prefeito do município, Valdes Brito, ressaltou o resgate da cidadania para os munícipes através do parto. “Não tínhamos mais bebês nascidos em Itaetê. Nossas mães realizavam os partos em Itaberaba, agora é possível aqui, com o trabalho de Grazi, em parceria com a FESF e o Estado da Bahia”, afirmou o prefeito.

Em Itaetê do mês de abril a julho já foram assistidos 20 partos humanizados, com a participação de acompanhantes de livre escolha da mulher, incluindo a possibilidade cortar o cordão umbilical. A assistência no pré-natal é fundamental para orientar a gestante. “O trabalho em rede no município está muito bem estruturado permitindo que eu consiga acompanhar todas as gestantes, desde a entrada no PSF”, reforçou a enfermeira.  A consulta com Graziele ocorre a partir da 36ª semana gestacional, como uma complementação ao pré-natal, pois, não substitui as consultas realizadas na atenção básica. Nestas consultas as enfermeiras obstetras avaliam a caderneta de vacinação e orientam a gestante quanto a importância da imunização, além de ser um momento que também fortalece a vinculação da gestante com o HPP.

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