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“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”.

Foi com a histórica frase de Nelson Mandela que o trabalhador da FESF-SUS e militante do Movimento Negro baiano, Saulo de Tasso, encerrou uma palestra tão didática quanto emocionante, marcando o início das ações do Novembro Negro da Fundação.

Intitulada “Racismo Institucional e Seus Desafios Atuais”, a atividade de mobilização – que será repetida a outros públicos em novembro –  foi realizada durante a manhã da última sexta-feira (22) no auditório do Parque Tecnológico da Bahia, direcionada aos trabalhadores da equipe do projeto de combate ao racismo institucional, gestores e diretores da FESF.

Na abertura, o diretor geral da Fundação, Ricardo Mendonça, destacou que “a palestra de Saulo, além de nos encher de satisfação por se tratar de um trabalhador da FESF que merece e com certeza estará usando muito bem esse espaço de fala, vai de encontro com o que objetivamos com a implantação da nossa política de combate ao racismo institucional, que é trazer diálogo, reflexão e conscientização para o centro desse importante debate”.

Apesar de jovem, o palestrante Saulo de Tasso mostrou já ter uma sólida trajetória na militância em defesa dos direitos das pessoas negras e bastante propriedade ao discorrer sobre o tema abordado. Ele iniciou falando sobre a história e impactos do racismo, logo após traçando uma linha do tempo com as principais manifestações e leis sobre o assunto, passando também pela forma como o racismo está estruturado na sociedade e seus diferentes tipos de violência. Aplaudido de pé, ele finalizou sua palestra abordando “os desafios da FESF na luta antirracista”.


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